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continuamos revisões e dúvidas durante a primeira parte da sessão. depois entramos no laboratório, onde estamos a desenvolver projectos individuais, colectivos e alguns exercícios a alojar na net.

no pure data focámos noções elementares de programação visual, o que é o som digital, como o sintetisamos e o processamos temporalmente, espacialmente ou espectralmente. ler ficheiros do disco, gerar frequências, ruídos, impulsos, granular inputs,  resintetisar frequências, filtrar microfones, analisar níveis de som, criar processos interactivos. (sessões 11, 12)

ainda analisámos comunicação via rede na própria máquina ou entre várias máquinas, entre o pure data, max e o processing, openframeworks. para tal usamos o protocolo osc através de udp para ser mais rápido, criamos objectos que escrevem e lêem para a rede nos vários ambientes de programação, e por fim criámos programas exemplo que enviam valores de uma aplicação para outra.

introduzimos depois o arduino, e criámos um digitalizador de sensores. fizemos um controlador à base de ldr’s e pot’s numa breadboard, conectamos os sensores ao arduino, e criámos programas que lêem e usam os valores recebidos, gerando sons, sintetisando imagens, controlando estados dinâmicos também com piezos. vimos como o arduino ide é tão semelhante ao processing e o código que usamos também é parecido com java/c. (sessões 13, 14)

ainda fomos usar o arduino como actuador, controlando motores 5v e ventoinhas através dos outputs analógicos conseguimos emitir voltagens variáveis até 5v que controlam directamente ou através de outros componentes motores e actuadores sobre o mundo físico, criando o esboço de uma escultura cinética com led’s, motores e ventoinhas.

por agora já temos umas luzes sobre conceber e implementar interfaces híbridos que recorrem a várias tecnologias, como interfaces à base de computação física usando sensores, arduino, actuadores, outros materiais; interfaces à base de câmara analisando e confrontando as imagens que chegam, destacando posições distintas do fundo, obtendo parâmetros de localização, fazer actuar esses parâmetros; interfaces à base de som, analisando intensidades de frequências e construir listas de valores que fazem oscilar outros algoritmos.

por fim analisamos vários projectos construídos em c++ com o ambiente de programação openframeworks. analisamos a estrutura e funcionamento do compilador, linker, geração de código executável, e expandimos alguns exemplos de processing em c++. primeiro analisamos a programação por objectos, recorrendo a classes que têm variáveis e funções membros, e construímos vários exemplos em c++ que usam partículas, reconhecimento de imagem, som, comunicação por rede, interacções com sons e rato e electrónicas. (sessões 15, 16)

o c++ é mais robusto, um degrau acima na complexidade de escrever código comparado com o processing, mas  com as bibliotecas do openframeworks, torna-se extremamente simples, tal como no processing. a grande diferença é que cada sketch de processing extende a classe base papplet, enquanto que no openframeworks cada aplicação testapp extende a aplicação ofsimpleapp, que engloba a mecânica inicial necessária de uma aplicação c++.

continuamos com a análise de projectos individuais e criação de um laboratório na sala que tenha alguns projectores e câmaras para situações video-interactivas, microfones e colunas, e mesas para construir circuitos entre arduinos e sensores. brevemente mais novidades. boa semana. vejam as plantas, sugiram alternativas,

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