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Category Archives: sessões

estivemos de roda da exposição, testar os projectos, e a tratar dos arranjos para o projecto colectivo. já não usamos a mpe, usamos simples osc+udp em rede. vejam mais informações na página do projecto colectivo. bem vindos!

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estivemos a resolver pequenos bugs, modificar algoritmos para os tornar mais eficientes, tentar criar zonas de teste dentro da sala com câmaras no tecto a reconhecer blobs e analisar essas imagens.

ultimar o código dos projectos, prestes para na próxima semana começarmos a exportar aplicações finalizadas que serão usadas na exposição sons do pensamento, na fábrica features lisboa, no 4ºandar da benetton mesmo ao lado da saída do metro baixa-chiado, no dia 1 de julho pelas 18h

testar e configurar, agora estamos a entrar na recta final do curso. algumas imagens laboratório e dos projectos a apresentar na exposição.

principalmente laboratório. resolver bugs, aceder a bytes, fazer presets, moldar algoritmos, testar configurações… aqui ficam algumas imagens de projectos em desenvolvimento, começando pelos primeiros testes para o projecto colectivo, e percorrendo alguns projectos individuais em desenvolvimento.

continuamos revisões e dúvidas durante a primeira parte da sessão. depois entramos no laboratório, onde estamos a desenvolver projectos individuais, colectivos e alguns exercícios a alojar na net.

no pure data focámos noções elementares de programação visual, o que é o som digital, como o sintetisamos e o processamos temporalmente, espacialmente ou espectralmente. ler ficheiros do disco, gerar frequências, ruídos, impulsos, granular inputs,  resintetisar frequências, filtrar microfones, analisar níveis de som, criar processos interactivos. (sessões 11, 12)

ainda analisámos comunicação via rede na própria máquina ou entre várias máquinas, entre o pure data, max e o processing, openframeworks. para tal usamos o protocolo osc através de udp para ser mais rápido, criamos objectos que escrevem e lêem para a rede nos vários ambientes de programação, e por fim criámos programas exemplo que enviam valores de uma aplicação para outra.

introduzimos depois o arduino, e criámos um digitalizador de sensores. fizemos um controlador à base de ldr’s e pot’s numa breadboard, conectamos os sensores ao arduino, e criámos programas que lêem e usam os valores recebidos, gerando sons, sintetisando imagens, controlando estados dinâmicos também com piezos. vimos como o arduino ide é tão semelhante ao processing e o código que usamos também é parecido com java/c. (sessões 13, 14)

ainda fomos usar o arduino como actuador, controlando motores 5v e ventoinhas através dos outputs analógicos conseguimos emitir voltagens variáveis até 5v que controlam directamente ou através de outros componentes motores e actuadores sobre o mundo físico, criando o esboço de uma escultura cinética com led’s, motores e ventoinhas.

por agora já temos umas luzes sobre conceber e implementar interfaces híbridos que recorrem a várias tecnologias, como interfaces à base de computação física usando sensores, arduino, actuadores, outros materiais; interfaces à base de câmara analisando e confrontando as imagens que chegam, destacando posições distintas do fundo, obtendo parâmetros de localização, fazer actuar esses parâmetros; interfaces à base de som, analisando intensidades de frequências e construir listas de valores que fazem oscilar outros algoritmos.

por fim analisamos vários projectos construídos em c++ com o ambiente de programação openframeworks. analisamos a estrutura e funcionamento do compilador, linker, geração de código executável, e expandimos alguns exemplos de processing em c++. primeiro analisamos a programação por objectos, recorrendo a classes que têm variáveis e funções membros, e construímos vários exemplos em c++ que usam partículas, reconhecimento de imagem, som, comunicação por rede, interacções com sons e rato e electrónicas. (sessões 15, 16)

o c++ é mais robusto, um degrau acima na complexidade de escrever código comparado com o processing, mas  com as bibliotecas do openframeworks, torna-se extremamente simples, tal como no processing. a grande diferença é que cada sketch de processing extende a classe base papplet, enquanto que no openframeworks cada aplicação testapp extende a aplicação ofsimpleapp, que engloba a mecânica inicial necessária de uma aplicação c++.

continuamos com a análise de projectos individuais e criação de um laboratório na sala que tenha alguns projectores e câmaras para situações video-interactivas, microfones e colunas, e mesas para construir circuitos entre arduinos e sensores. brevemente mais novidades. boa semana. vejam as plantas, sugiram alternativas,